Senac realiza seminário gratuito sobre tecnologia da informação

RIO - Os recursos de tecnologia da informação (TI) aplicados à indústria e as segmentos como petróleo e poder público serão temas de um seminário oferecido pelo Senac Rio no próximo dia 28 de março. Na segunda edição do “Seminário Governança de TI”, profissionais de grandes empresas vão compartilhar suas experiências e conhecimentos sobre temas ligados a governança de TI, como estratégias, medidas de desempenho, recursos e gerenciamento de riscos. Entre as presenças confirmadas estão palestrantes de empresas como Dataprev, Technip e Webb, além de representantes do próprio Senac Rio.

O evento gratuito é aberto ao público e acontece das 9h às 13h, no auditório do Senac Rio (Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 4002-2002.

Do jogo de azar à inclusão digital

Em Itapevi, o projeto “Conexão Cidadã” vai transformar máquinas caça-níqueis apreendidas pela polícia em computadores com acesso à internet, destinados ao uso educacional ou em órgãos públicos municipais. “Vamos aproveitar esses equipamentos, antes usados na contravenção, para algo positivo, promover inclusão digital”, diz o idealizador e coordenador do projeto, Fábio José de Andrade.

As máquinas têm quase todos os componentes de um computador. Retiramos a placa de jogo e a noteira (ou moedeira) e acrescentamos itens como mouse e teclado e um grupo de grafiteiros faz a pintura”, explica Andrade.
O que era apenas uma maneira de se desperdiçar dinheiro, hoje poderá servir para a educação de muitos”, destacou a prefeita Ruth Banholzer (PT), durante o lançamento do projeto, no fim de fevereiro. O custo para a transformação de cada máquina é de R$ 90,00, cerca de 10 vezes menos do que o valor de um computador popular, que, hoje, custa em média R$ 900,00.

Até o fim do ano, o objetivo é transformar 100 caça-níqueis em computadores. Participam do “Conexão Cidadã” 20 estagiários de outro projeto da prefeitura, o “Inclusão Jovem”, que oferece cursos e um salário mínimo mensal para 200 jovens de 16 a 18 anos estagiarem em laboratórios de informática municipais.

Conversão
Em julho de 2007, o governo do Rio de Janeiro implantou projeto semelhante ao de Itapevi. A estimativa é de que cerca de dois mil caça-níqueis já foram transformados em computadores para o uso de escolas e órgãos públicos. O governador Sérgio Cabral (PMDB) declarou que o reaproveitamento das máquinas, “é a conversão do mal para o bem” (Leandro Conceição).

Osasco Agora - Oficialmente Lançado.!

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Fundo para tecnologia poderá financiar software livre

A Câmara examina a proposta de utilização do Fundo Setorial para Tecnologia da Informação (CTInfo) para financiar o desenvolvimento de softwares livres no País. O Projeto de Lei 2469/07, dos deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Jorge Bittar (PT-RJ), determina que 20% dos recursos do CTInfo devem ser destinados a essa finalidade.

O software livre, segundo definição adotada pela proposta, é um programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído livremente, desde que as alterações efetuadas mantenham-se com a mesma licença do software original. Geralmente, é anexada ao programa uma licença de software livre e o código-fonte do programa fica disponível para os usuários.

O projeto determina que empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa, cooperativas e outras instituições públicas ou privadas, inclusive comunidades de desenvolvedores, poderão solicitar o financiamento, a qualquer tempo, combinando recursos reembolsáveis e não-reembolsáveis. Os recursos serão obtidos por meio de editais lançados pelo CTInfo.

Os projetos de software livre deverão ser aprovados por um conselho instituído por portaria do Ministério da Ciência e Tecnologia, com participação majoritária de integrantes da comunidade de software livre.

Vantagens
Segundo os autores, a proposta é resultado de um trabalho coletivo redigido em parceria com a comunidade brasileira de software livre. O objetivo é fomentar o desenvolvimento de programas de computador sob a filosofia do software livre, criado de forma colaborativa por meio da rede mundial de computadores.

Para os deputados, o uso de softwares livres tem muitas vantagens para o País, entre elas a econômica. Ao depender de soluções fechadas, com pagamento de licenças proprietárias, o País fica refém de poucas empresas, em maior parte multinacionais, conforme eles ressaltam. Segundo eles, com a adoção maciça de softwares livres no Brasil diminuiria significativamente o envio de royalties e de licenças para o exterior.

Transparência
Além disso, o acesso irrestrito ao código-fonte do programa trará para o cidadão brasileiro, segundo os parlamentares, maior transparência e segurança, pois seu funcionamento pode ser melhor acompanhado e aperfeiçoado por técnicos brasileiros, não havendo segredos de conhecimento exclusivo da empresa proprietária.

Eles destacam que o acesso facilitado ao código-fonte permite a correta e rápida identificação de problemas que ocorram no funcionamento do programa, “reduzindo o risco de fraudes ou panes de origem desconhecida”.

Outra vantagem reside no fato de que o acesso ao código e a participação no desenvolvimento de softwares livres propiciam aos desenvolvedores brasileiros o contato direto e efetivo com as mais modernas tecnologias desenvolvidas no mundo todo. A disseminação desse conhecimento pode elevar o grau de sofisticação tecnológica dos produtos de software desenvolvidos no Brasil, ressaltam os deputados.

Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 3684/04, do deputado Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE), que prevê a criação de linhas de crédito de instituições oficiais para as empresas de desenvolvimento de programas de computador livres.

Eles serão analisados em caráter conclusivo pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
- PL-2469/2007

Reportagem - Cristiane Bernardes
Edição - Marcos Rossi

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)

Agência Câmara
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Congresso de Tecnologia terá programação científica especial

Novidades na área tecnológica irão atrair profissionais, professores e estudantes ligados ao segmento. É que o evento “Mato Grosso Digital”, que será realizado de 17 a 20 de abril, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, promete movimentar o Estado e trazer ao conhecimento de todos as tendências de mercado voltadas para a Tecnologia da Informação (TI). Para isso, a coordenação do evento prepara uma programação científica especial, com direito a palestras, mini-cursos, apresentações de artigos científicos, olimpíada de programação de software, entre outros.

Trazendo o tema “Mais Tecnologia Menos Custo de Gestão”, o congresso será um dos maiores eventos do país, voltado para a área tecnológica. Segundo o coordenador do Congresso, Robson Augusto Siscoutto, as atividades científicas serão conduzidas por profissionais renomados. “Teremos a participação de pessoas até mesmo de fora do país. Vários temas genéricos serão discutidos, como rede de computadores, realidade virtual, computação gráfica, inclusão digital, enfim, assuntos relacionados à área de computação e tecnologia”, antecipou.

O principal intuito da programação científica é justamente para que os participantes possam conferir o que há de novo e acompanhar as evoluções tecnológicas, já que a Tecnologia da Informação (TI) tornou-se algo comum no dia-a-dia das pessoas e empresas. “Se hoje a comunicação pessoal e institucional está mais fácil, é porque existe um conjunto de atividades e soluções providas por recursos de computação, que permite manipular informações de maneira rápida e eficiente. São recursos, inclusive, que estão em constante evolução, surgindo a cada momento novas tendências de mercado. Tendo em vista que o conhecimento na área é capaz de agregar valor, tornando-se um diferencial competitivo, o ideal é acompanhar essa evolução e optar pela reciclagem sempre”, destacou o coordenador.

MATO GROSSO DIGITAL - O congresso é uma realização da Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações de Mato Grosso (SUCESU-MT) e demais parcerias, entre elas o Governo do Estado. Mais de 12 mil pessoas são esperadas nos quatro dias de evento. Todas poderão conferir de perto novidades nas áreas de gestão empresarial, tecnologias de sustentação e desenvolvimento socioeconômico ambiental do Estado, educação, saúde, tecnologia de comunicação, segurança, eletroeletrônico, entre outras.

Fonte - Diário de Cuiabá